Pobreza de cultura

Em minha tese de doutorado, explico que durante a minha pesquisa observei como o mercantilismos adotou uma pobreza de linguagem, tipo nomes que não dizem nada, com dois, três ou quatro letras. Por exemplo: Oi, Tim, HSBC, Itaú, Meo, IBM, Intel, etc… e ao contrário de serem claros no que propõem, apelam para os símbolos. Esta atitude sofre o efeito cascata, chega na arte e ouvimos musicas que só têm três refrões e viram sucesso, quadros em que pintores atiram tinta na tela e vira arte, filmes cheio de ações mas sem diálogo e são campeões de bilheteria, e por aí vai… uma miséria de cultura.

por Luis A R Branco 

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2 pensamentos sobre “Pobreza de cultura

  1. Venho comparando tais siglas como batuques que entram em nossas mentes e toda hora parece que estamos a ouvir aquele som, sem entender o ritmo…
    Então a mente volta, por exemplo ‘O que é HSBC?’…
    É o Banco que cobra x% de juros e conveniado com a Losango… O que é mesmo Losango?
    Já não queremos mais pensar.
    Igualmente são os slogans sem acentuação e pontuações.

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