Islamismo, que fazer?

Posted on 27 de Julho de 2016

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Vivemos dias de incertezas na Europa e outros lugares do mundo. Motivo? A violência desenfreada, imprevisível, injusta, cruel e inconcebível por parte do islamismo. Setores do governo e da sociedade optaram pelo politicamente correto, portanto, mentem ao dizer que o ataque de um muçulmano à não-islâmicos nada tem a ver com religião, é mera fatalidade. Académicos das áreas de ciências das religiões e outros tentam por todos os deuses no mesmo saco e optar por uma postura de caráter invólucro, onde apresentam desculpas esfarrapadas ao invés de reconhecer que a guerra do islamismo contra o ocidente já foi declarada e já é impetrada de várias formas.

A sociedade ocidental segue numa avenida de duas vias, uma chama-se compaixão pelos milhares de imigrantes muçulmanos que entram diariamente na Europa fugindo das guerras em seus países, por outro lado a entrada de terroristas entre estes refugiados com intenções maléficas contra a sociedade que lhes acolhe. O que fazer? A Hungria e a Áustria parecem ter encontrado uma solução pelo menos temporariamente segura, que é o scanner rigoroso de cada pessoa que busca abrigo nos dois países e a deportação daqueles que representam ameaça para a segurança pública. 

Se visitarmos países islâmicos, em especial aqueles que abrigam grupos terroristas como Paquistão, Afeganistão, Síria, Iraque, Indonésia entre outros, e perguntarmos o que eles acham dos ataques ocorridos na Europa recentemente, na sua maioria acharão apropriados estes ataques. E em suas mesquitas estes atos são louvados e enaltecidos pelos seus líderes religiosos. 

Estamos diante de um ocidente cego, cego por falácias políticas e académicas recheadas de utopias que nos impedem de ver a verdade. Qual a solução? Há várias opções, a Hungria e a Áustria parem ter encontrado uma.

por Luis A R Branco

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