Islamismo: religião de paz?


Diante de tantas atrocidades cometidas por muçulmanos radicais, incomoda-me a postura dos lideres islâmicos, assusta-me a forma como ocultam a verdade sobre o Alcorão e impressiona-me a forma como se contradizem entre a fala e a praxis religiosa.

Sempre que há um atentado como o que ocorreu nos Estados Unidos da América, que ceifou a vida de cinquenta pessoas, aparece um ou outro líder islâmico que insiste na retórica de que o islamismo é uma religião de paz. Sejamos honestos, sem medo de dizer a verdade e deixemos de lado a farsa da boa diplomacia:

O islamismo é uma religião opressora e intolerante. Não existe nenhum país islâmico ou de maioria islâmica onde haja liberdade. Mesmo nos mais desenvolvidos, como os Emirados, não há liberdade plena. O islamismo é intolerante com seus próprios filhos, que dirá daqueles que são de outras religiões. A palavra chave do islamismo é “submissão”, e, custe o que custar. Em seus países praticam atrocidades contra seu próprio povo, subjugando-os à práticas ou abstinências intoleráveis. E no ocidente tentam impor à trancos e barrancos suas leis (sharia) sobre todos. E vivem em guerra entre si.

O Alcorão é um livro que incita a violência. É simples, basta ler o Alcorão para ver a testificar. Um fato é um fato, está lá, é o que é ensinado nas mesquitas, violência. Alguns dizem que tais textos carecem de interpretação, mas como interpretar se apenas 5% dos muçulmanos falam árabe incluindo muitos imãs que nada sabem da língua árabe, se não o suficiente para recitar suas orações. Qual escola hermenêutica que forma os imãs destas mesquitas? O princípio majoritário da interpretação do Alcorão é o sentido literal do texto. Um dia estava numa mesquita participando de uma tertúlia, quando alguém perguntou ao imã o significado da palavra jihad e ele se esquivou de todas as maneiras sem dar o significado de uma das palavras mais citadas no Alcorão e que recebe grande ênfase. 

O islamismo quer o direito de fazer o que bem quiser no ocidente enquanto que nos seus países os estrangeiros sofrem grandes discriminações e restrições, e, pior ainda, buscam um direito de liberdade que nem seus países praticam. Os muçulmanos acham que é um direito deles construírem quantas mesquitas quiserem nos países livres do ocidente, enquanto que em seus países a construção de igrejas ou templos de outras religiões são proibidos. Um exemplo, quando o Paquistão nasceu, 40% da sua população era hindu, hoje existe apenas 2% de hindus no país, que se torna cada vez mais intolerante.

Encontrar uma solução para lidar com estes temas não são fáceis, mas podemos considerar alguns pontos: 1. Não permitir a entrada de imãs em nossos países que possuam antecedentes de violência, incitação a violência, que não seja conhecedor hábil da língua árabe e que não assuma um compromisso de respeitar a lei, a liberdade e a cultura local, sob a pena de expulsão do país. 2. É urgente uma reforma hermenêutica dentro do islamismo, onde o ensino do Alcorão assuma novas vertentes como a simbólica e alegórica nos textos que incitam a violência, com uma aplicação prática para os dias atuais desta nova hermenêutica pelas comunidades islâmicas. 3. É necessário que haja uma pressão internacional sobre os países islâmicos para que haja mais liberdade em seus países para a prática de outras religiões, e que aqueles países que resistirem a este princípio de reciprocidade sejam penalizados com exigências maiores para a concessão de vistos e parcerias culturais e económicas.

Mesmo que estas moções fossem adotadas, ainda assim enfrentaríamos problemas por alguns anos. Uma coisa e certa, não podemos engolir as truculências de qualquer que seja a religião. 

por Luis A R Branco

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Um pensamento sobre “Islamismo: religião de paz?

  1. Talvez seja por isso que muitos países estejam desiludido com a religião, Àfrica do Sul e Austrália entre 2005/2012, o número de sul – africanos que afirmaram ser religiosos caiu 19%.
    Aproximadamente 50% da população australiana diz que não é regiosa, outros 10% afirmam sere “ateus convictos,” Em 2010, um clérigo lamentou que nos últimos 40 anos tem ocorrido um abondono em massa da fé cristã.
    Sem contar com Estados Unidos, França, Brasil etc

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