TSE precisa dar um fim na legenda petista 

Posted on 21 de Maio de 2016

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O país assiste estarrecido a devassa que o Partido dos Trabalhadores (PT) fizeram no Brasil. Não faltou quem roubasse, políticos, artistas e empresários. Quem apoiasse caladamente as falcatruas do PT era incluído na lista dos beneficiários, até a militância saia com seus 30 reais e um pãozinho com mortadela apenas para engrossar a massa de ignorantes nas ruas. 

Não sejamos ingénuos, não basta afastar a Dilma por 180 dias, é preciso apoiar o atual governo Temer e exigir a cassação do mandato da Dilma e digo mais, a cassação da legenda do PT. Um partido que tanto mal fez ao Brasil precisa terapeuta registro junto ao TSE cassado. Eles não darão trégua e farão de tudo o que for possível, usarão toda esta gente comprava para tentar mudar a opinião do povo e voltar ao poder. 

O projeto do PT é tornar o Brasil num partido comunista liderado por uma oligarquia privilegiada cuja as riquezas confundir-se-ão com as riquezas do estado enquanto milhões são conduzidos há uma miséria maior do que a previamente existente antes da instauração desta política assitencialista.

O Brasil sempre foi a “boa moça, cobiçada pelos comunista”, e gostem alguns ou não, foi graças a ditadura militar no Brasil que os soviéticos e cubanos não colocaram os pés em terra brasileira. Não irei deter-me nos aspectos históricos, deixando os mesmos para o historiadores, limitarei-me a breves citações para que assim consiga chegar onde desejo com este capítulo.

O regime militar no Brasil foi instaurado em 1 de abril de 1964 e durou até 15 de março de 1985, quando José Sarney assumiu o cargo de presidente, dando início a Nova República. – O governo da família Sarney é “per si” uma ditadura branca no Maranhão e em Brasília, mas isto é outro caso.

Se não fossem os militares, o Brasil teria sem dúvida tornado-se um país comunista. E chega a ser gozado, pois muitas figuras públicas que hoje aparecem ai falando de liberdade e política, foram os principais apoiadores da ideologia comunista que tentava se estabelecer no Brasil e por isto, após o golpe militar, muito foram viver no exílio, alguns bem que podiam ter ficado por lá.

Os comunistas insistem em dizer que as forças armadas brasileira prendeu, torturou e matou centenas de pessoas.

No meu entender, uma única vida tem um valor inestimável, portanto, não estou aqui desrespeitosamente minimizando as responsabilidades das forças armadas pelos mortos e desaparecidos durante e pelo regime militar no Brasil. Os números divergem-se, uns falam em 358 pessoas e outros em 379, como é o caso do Dossiê de Mortos e Desaparecidos do Brasil.

Com todo respeito às vítimas e aos familiares destas, sou forçado a reconhecer que este número é pequeníssimo diante da quantidade de pessoas assassinadas pelo comunismo no mundo, que ultrapassa a cem milhões de pessoas.

Vejamos o que escreveu Roberto Campos numa reportagem para a Folha de São Paulo e O Globo em 19 de Abril de 1998 ao falar sobre o livro “Le livre noir du communisme” (Edições Robert Laffont, Paris, 1997), escrito por seis historiadores europeus, com acesso a arquivos soviéticos recém-abertos, uma enciclopédia da violência do comunismo:

O “Livre noir” me veio às mãos num momento oportuno em que, reaberto na mídia e no Congresso o debate sobre a violência de nossos “anos de chumbo” nas décadas de 60 e 70, me pusera a reler o “Brasil Nunca Mais”, editado em 1985 pela Arquidiocese de São Paulo.

Comparados os dois, verifica-se que o Brasil não ultrapassou o abecedário da violência, palco que foi de um miniconflito da Guerra Fria, enquanto que o “Livre noir” é um tratado ecumênico sobre as depravações ínsitas do comunismo, este sem dúvida o experimento mais sangrento de toda a história humana.

Produziu quase 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas, indicando que a violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas, sim, algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos e, depois, em vítimas.

A aritmética macabra do comunismo assim se classifica por ordem de grandeza: China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnã (1 milhão); Leste Europeu (1 milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); movimento comunista internacional e partidos comunistas no poder (10 mil).

O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana – Lênin, Stálin e Mao Tse-tung. Lênin foi o iniciador do terror soviético. Enquanto os czares russos em quase um século (1825 a 1917) executaram 3.747 pessoas, Lênin superou esse recorde em apenas quatro meses após a revolução de outubro de 1917.

Alguns líderes do Terceiro Mundo figuram com distinção nessa galeria de assassinos. Em termos de percentagem da população, o campeão absoluto foi Pol Pot, que exterminou em 3,5 anos um quarto da população do Camboja.

Fidel Castro, por sua vez, é o campeão absoluto da “exclusão social”, pois 2,2 milhões de pessoas, equivalentes a 20% da população da ilha, tiveram de fugir. Juntamente com o Vietnã, Fidel criou uma nova espécie de refugiado, o “boat people” – ou seja, os “balseros”, milhares dos quais naufragaram, engordando os tubarões do Caribe.

A vasta maioria dos países comunistas é culpada dos três crimes definidos no artigo 6º do Estatuto de Nuremberg: crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Como podemos ver o regime militar brasileiro impediu que o Brasil entrasse para esta lista de países estraçalhados pelo regime comunista. Em 1998 estive no Camboja, viajei pela capital e também pelo norte do país, visitei o terrível “Killing Field”, conversei com o povo, ouvi suas histórias, é impressionante as marcas deixadas pelo comunismo no país e nas pessoas, saí do Camboja enojado com o comunismo.

Imagino que irão amaldiçoar todas as minhas gerações por dizer isto, mas graças ao golpe militar de 1964, que infelizmente causou a morte de 379 vidas preciosíssimas, que nos livrou de talvez o maior massacre da América Latina.

Quando hoje vemos pessoas apoiando o Partido dos Trabalhadores, O Partido Comunista do Brasil e todos os outros de ideologia comunista fico a me perguntar que desgraça de amnésia deu neste povo, ou é uma estupidez sem precedentes ou é uma nova tentativa de fazer hoje no Brasil o que não conseguiram em 1964. O Fórum de São Paulo, aquele conluio de lunáticos, muitos cheiradores de coca e fumadores de maconha, é uma prova das intenções maquiavélicas do lulismo para o Brasil. 

Como o próprio Lula disse, é preciso esmagar a cabeça desta cascavel e dar um fim definitivo na ideologia petista.

por Luis A R Branco

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