Os estágios da queda do PT

CdvnGGUWEAAgiBBA queda livre que o Partido dos Trabalhadores (PT) experimenta nestes últimos meses é impressionante. A desgraça é tanta que nem todos os demais partidos políticos juntos conseguiriam levá-lo a este estado de infelicidade, tinha que vir de dentro, pois há males que ninguém é capaz de nos inflingir, mas nós mesmos. Não serei longo em descrever todos os malefícios e crimes cometidos pelo partido, pois seriam necessárias exaustivas horas de trabalho e o que eles fizeram não é segredo algum, a sociedade toda viu e continua a ver suas falcatruas.

Nesta queda livre o partido passa por vários estágios de decadência, a primeira: a acusatória; a segunda: a investigatória; a terceira: o julgamento; a quarta: a condenação; a quinta: prisão – de praticamente toda a cúpula do partido. Mas a coisa não para por ai, pois uma vez viciados na prática do crime, foram mais a fundo e instauraram o maior sistema de corrupção da história do mundo contemporâneo, algo nunca visto num sistema democrático. Na continuação da queda livre, novos estágios começam a surgir, como o desespero político de Lula e Dilma, em especial do Lula em partir para o tudo ou nada, numa frenesi de conversas com políticos e outros no intuito de barrar aquilo que vai culminar na sua prisão, tal como aconteceu com seus companheiros. Lula que prometeu percorrer o Brasil, não sai de Brasília. Lula que prometeu falar ao povo, só fala em ambiente cercado pelas militanças do MST, da CUT e de mais alguns. Lula grita e esperneia porque ninguém o ouve. Um homem que se diz inocente, a alma mais pura do Brasil, não precisa de vinte e cinco advogados com os quais gasta cerca de quinze milhões de reais. Quem é querido pelo povo, como ele presume, sai às ruas sem medo de encontrar com o povo cara a cara, e se sai, por que o faz rodeado de seguranças?

Já a Dilma resolveu apelar para a desmoralização dos sistemas institucionais brasileiros fazendo-se de vítima no exterior, com um discurso tremido e vergonhoso na ONU. O que ela não se dá conta, ou se dá e faz de tonta, é que o mundo não é cego e nem surdo, sabe muito bem o que ela e seu partido político fizeram e suas palavras e promessas, nesta que pode ter sido a sua última viagem como chefe de estado ao exterior, fossem lançadas ao léu. Dilma está cansada, sua aparência não esconde a realidade. Lula está na reserva da sua adrenalina. O fim é eminente e trágico. Independentemente da ideologia partidária aquela que veio a ser a primeira mulher presidente do Brasil termina num fiasco para a classe feminina. Aquele que independentemente da sua ideologia galgou caminhos desde quando era operário até a presidência da república, com um discurso sempre moralista, caiu e grudou-se nas teias que tanto condenou. Para quem aspirou à presidência da ONU, hoje ter que correr para livrar-se da Papuda é sem dúvida um estágio crítico. Nesta queda livre o Partido dos Trabalhadores atinge outros estágios. O sexto: o desespero; o sétimo: o vexatório; o oitavo: a insanidade.

Sim a insanidade! A insanidade de seus dirigentes que imaginam de si próprios aquilo que não são, honestos. Imaginam que os milhões de votos que receberam nas últimas eleições representam atualmente o mesmo número de apoiadores do partido. Os eleitores petistas dispersaram-se, migraram para o grupo da razão e do juízo, desiludiram-se por completo com a política, continuam leais, mas escondidos devido ao vexame e por fim alguns se deixaram levar pela insanidade mental agindo como verdadeiros loucos, conclamando para a luta armada, para guerra civil ou intervenção de países de extrema esquerda no Brasil, e, a mais nova loucura é cuspir nos outros. Onde já se viu algo desta natureza? Vou terminar aqui este texto antes que se torne enjoativo, esperando com ansiedade pelos próximos estágios da queda: a nona: a prisão do Lula; a décima: o fim do partido dos trabalhadores.

por Luis A R Branco

(Poesia escrita as pressas numa secção do Festival de Poesia)

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3 pensamentos sobre “Os estágios da queda do PT

  1. O PT não existe mais até mesmo os que se consideram petistas sabem muito bem disso porém não querem admitir e jamais vão se manisfestar talvez no futuro bem próximo tenhamos algumas manifestações daqueles que ainda tentam se esconder por trás de uma cortina vermelha.

  2. Assim seja Luis. Aguardamos ansiosamente. É difícil precisar o estágio em que estamos, dadas as manobras já tão comuns. Em todo caso, o fim é certo!
    Parabéns pelo texto.

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