O voto pode muito ….. e o VOTO DISTRITAL pode mais.

votoUma das ironias da vida é que jovens agimos atabalhoadamente como se o tempo restante da vida fossem “minutos”, ao contrário de quando velhos que agimos como se ainda tivéssemos “séculos” pela frente, a despeito da “morte à espreita” no calendário. Deve ser isso que chamam de “sabedoria” e em uma dessas “filosofadas da insônia” coloquei-me em uma sinuca de bico. Por que muitos “situacionistas de sempre e de ocasião” vivem dizendo que não temos propostas. Nós “do outro lado”, “reaças” e outros que tais?

Uma coisa não se lhes pode negar, quer queiramos ou não, são diretos e incisivos em seus propósitos como demonstram suas diferentes propostas de controle à imprensa, “educação de esquerda” implantada nas escolas desde o 1o. Grau, a propaganda governamental mercadora de quimeras, a Reforma Política oportunista explicitando tudo o tipo de sociedade e controle social que querem. E o que fazemos? Criticamos tuitando a “tentativa esquerdizante” pura e simplesmente, mas sem contrapor um tipo de organização e sistema político-educacional, que nós, a pretensa “maioria esclarecida” julgamos e queremos para viver em uma Democracia.

Não resta a menor dúvida, que os tempos são de “crise mundial” de lideranças e objetivos. A “crise econômica persistente” nos USA e Comunidade Europeia fatalmente se espraiou “mais suavemente” sobre os emergentes e “muito cruelmente” sobre os povos mais pobres de todo o mundo, mas é da crise, que sempre emergiram novas potências e paradigmas geopolíticos e nesta “minha não tão vã filosofia” penso que este é um “momento crucial para a identidade do Brasil”, que ruma segundo as estatísticas para ser a 5ª maior potência econômica mundial, graças aos nossos recursos naturais e capacidade empresarial, mas que se mantém “subsaariano” quanto à sua realidade Federativa, Tributária e Constitucional submissa à “falta de boa educação”.

Faltou-nos até aqui aprender através da história alheia, que não são promessas políticas e de governos, que proverão modelos e tampouco os desejos históricos de uma Nação. Sempre será do povo “o DINHEIRO, além do sangue, do suor e das lágrimas” das escolhas que eles fizeram e que aceitamos. Até hoje o brasileiro, tão somente, tentou comprar “baús da felicidade” por sua “inapetência política”.

Sempre que nos movermos, choverão críticas desclassificatórias, mas é passada a hora do povo brasileiro “pagar o preço real” para ter sua Cidadania e livre e solidariamente escolher seus caminhos com persistência, para que mais uma vez “os novos ventos” não sirvam tão somente para “espalhar ciscos”. Precisamos determinar “as mudanças que queremos”, como o foi com a “emenda popular da Ficha Limpa”, deixando claro que exaurimos nossa capacidade de “empinar as capuchetas”, pelas tantas promessas e nenhum cumprimento.

Ensaia-se neste momento uma “reforma política” embalsamando o Voto Proporcional de 50% em Listas Fechadas e 50% pelo voto direto, mas ainda aceitando coligações e todos os vícios eleitorais que bem conhecemos para a perpetuação do que aí está. É dizer “não” ao que sabidamente é vicioso e impróprio.

O cidadão brasileiro pode mais com seu voto. E agora é a hora de “pagar prá ver” com o Voto Distrital Misto !!!
AiOjG5dFAntônio Figueiredo, Economista, Ex Líder Estudantil anos 70, Especialista em Comércio Internacional e Logística, Cronista e Escritor.
Clique aqui e conheça mais sobre Antônio Figueiredo.
Siga no Twitter: @ToniFigo1945

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