Rio Mondego

Posted on 25 de Novembro de 2014

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Leio poesia como quem lê uma prece

Na busca de nela encontrar todo alento 

Que minh’alma anseia.

Minh’alma vive assustada pelo vento,

Tal como um pardal assustado

Pelo vendaval.

Na poesia encontro a paz,

A palavra necessária,

E a exortação precisa

Para uma alma em rebeldia.

A poesia retira-me deste mundo frio é insensível, 

Para uma nova dimensão onde os sentimentos são entidades vivas.

A poesia passa suavemente pela minh’alma,

Assim como o o Rio Mondego passa silencioso, 

Pela bela Cidade de Coimbra. 

Oh, rio poético, que assim como a poesia me atrai para as tuas margens!

Sentado contemplo tuas águas espelhadas,

Tal como um monge contempla o céu.

por Luis A R Branco 

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