A Síndrome de Gabriela do Estado Judeu

Posted on 2 de Agosto de 2014

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livro-gabriela-cravo-e-canela-jorge-amado-5750-MLB4989018873_092013-FAlguns ao lerem meus textos e comentários sobre o conflito entre Israel e a Palestina podem imaginar que sou anti-semita, aliás diga-se de passagem, que quem discorda da política israelense é chamado de anti-semita, isto é uma das maiores indicações da Síndrome de Gabriela do Estado Judeu. Mas para surpresa de alguns, tenho no umbral da minha porta a Mezuzá, no meu escritório uma bela Menorá, trazida de Jerusalém, um quipá dentro da minha Bíblia, e uma das orações frequentes que faço com minhas filhas antes delas dormirem ou ao caminho da escola é שמע ישראל י-ה-ו-ה אלוהינו י-ה-ו-ה אחד (Shemá Yisrael Adonai Elohêinu Adonai Echad). Mas, vamos ao texto, lembram-se da Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado e a da famosa frase da música de Gal Costa que tornou a novela ainda mais famosa? “Eu nasci assim eu cresci assim e sou mesmo assim, vou ser sempre assim Gabriela, sempre Gabriela.” Esta é a síndrome do Estado Judeu: “Eu nasci assim, eu cresci assim e sou mesmo assim um obstinado sanguinário, sempre judeu.”

Quem identificou este caráter nos judeus não fui eu, foram os personagens bíblicos, veja o que disse Jesus: “Ai de vós que edificais os sepulcros dos profetas, e vossos pais os mataram.” (Lc 11:47). E ainda: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! […]” (Lc 13:34). O Apóstolo Paulo segue as acusações de Jesus e diz: “Os quais também mataram o Senhor Jesus e os seus próprios profetas, e nos têm perseguido; e não agradam a Deus, e são contrários a todos os homens.” (1 Ts 2:15). Seriam Jesus, Paulo e todos apóstolos e evangelistas anti-semitas? Lógico que não, no entanto, eles não encobriam as atrocidades cometidas pelos judeus ao longo da história.

Na verdade os judeus e seus prosélitos de primeira linha e os de quinta categoria (que são os evangélicos), querem o direito de serem Gabriela, ser e fazer o que bem desejarem e ainda assim serem amados pelo mundo. Isto é o absurdo do amor narcisista judeu! O mundo não é contra Israel, talvez os países árabes o sejam, mas a maioria dos países com um forte sistema de justiça e democracia detesta é a atitude arbitrária, desproporcional e assassina dos judeus quanto aos Palestinos.

Há sessenta anos que Israel sempre inventa um motivo para entrar e deixar a Palestina completamente arruinada e a mercê de sua boa vontade. Nenhum povo, por mais pacífico que seja, no lugar dos palestinos estariam fazendo diferente, mas lutando por sua liberdade e direitos. Mas Gabriela não deixa!

Assisti ontem uma entrevista com o Dr. Mads Fredrik Gilbert, da Noruega e que trabalha como médico voluntário em Gaza denunciando as centenas de crianças palestinas mortas e feridas todos os dias. Quando questionado sobre o fato das autoridades israelenses negarem os óbitos e feridos ele disse: “O que sabem eles? Nunca vieram aqui!” E assim Israel isolou a Palestina, só se ouve até aquilo que eles permitem e mais nada.

Eu poderia enumerar aqui uma série de atitudes que Israel tem tomado para destruir o povo palestino, mas deixarei para que você possa buscar estas informações por si mesmo, para que eu não seja estigmatizado como anti-semita para além do que já sou. Recomendo a leitura do livro Palestine: Peace Not Apartheid, Editora Simon & Schuster, escrito pelo Nobel da Paz, o Presidente Jimmy Carter. Mas se você gostar de novela, contos, mentiras e injustiças, continue a dar ouvidos e a assistir “A Síndrome de Gabriela do Estado Judeu” e os ame cegamente, mas cuidado, pois o amor judeu é narcisista, só ama a si mesmo.

Shalom,

por Luis A R Branco

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